
segunda-feira, 14 de janeiro de 2008
sábado, 24 de novembro de 2007
Marinha evoca 200 anos da partida da Familia Real Portuguesa para o Brasil
Promovido pela Marinha Portuguesa, o acto contou com a presença dos ministro da Defesa Nacional, Nuno Severiano Teixeira, dos Negócios Estrangeiros, Luís Amado, do chefe de Estado-Maior da Armada portuguesa, almirante José Ribeiro de Melo Gomes, e do comandante-geral do Corpo de Fuzileiros Navais do Brasil, almirante Álvaro Augusto Dias Monteiro. Durante a cerimónia foram condecorados os Estandartes do Comando-Geral do Corpo de Fuzileiros Navais do Brasil e do Comando do Corpo de Fuzileiros de Portugal, desfilaram a Banda da Armada, o Bloco de Estandartes Nacionais, o Colégio Militar, a Escola Naval, a Força de Fuzileiros representativa das Brigadas Reais de Portugal e do Brasil (uniformizados à época), e o Batalhão de Fuzileiros.
quinta-feira, 20 de setembro de 2007
Jovens de nove países europeus a bordo de antigo navio de guerra português
Aprender a mexer no leme de um navio e ajudar na condução de motores e na vigilância são apenas algumas das tarefas a executar pelos 52 jovens que participam num intercâmbio ao nível europeu liderado pela H2O, uma associação juvenil de Arrouquelas, Rio Maior. Durante cinco dias os jovens, entre os 16 e os 25 anos, provenientes de Espanha, Itália, Polónia, Roménia, Hungria, Bulgária, Letónia, Estónia e Portugal vão viajar a bordo do Creoula, antigo navio de guerra português.
“A vida a bordo de um navio tem características únicas, nomeadamente na vivência em grupo num espaço limitado. Para o sucesso da experiência é necessária a boa integração de todos os elementos, a tolerância e o trabalho de equipa. São estes valores que pretendemos desenvolver e intensificar durante esta jornada”, diz. Os jovens terão contacto com várias culturas e maneiras de pensar. “Acredito que depois de 11 dias de experiência única serão jovens diferentes do ponto de vista cultural e humano”, garante o enfermeiro.
Os contactos para a cedência do Creoula começaram no final de 2006. Assim que recebeu resposta positiva por parte do governo português a associação começou a divulgar o projecto. Era necessário contactar associações de jovens de outros países. Alexandre Jacinto e o grupo de jovens que compõem a H2O não conseguiam esconder a entusiasmo e o nervosismo por terem a possibilidade de organizar um projecto de tamanha dimensão. O projecto foi tão bem recebido pelas associações europeias, que receberam cerca de 60 candidaturas de colectividades a quererem participar. A H2O ficou espantada e, ao mesmo tempo, orgulhosa da enorme receptividade. Mas o navio só tem capacidade para 52 jovens o que implicou uma selecção de participantes. “Vieram os que responderam primeiro”, explica o responsável.
Dia 20 é o momento alto do intercâmbio que teve início na terça-feira com a chegada dos jovens. O Creoula parte esta quinta-feira do cais de Lisboa com destino a Portimão, no Algarve, onde deverá chegar na tarde de sábado. Durante os dias de viagem vão realizar-se vários workshops sobre Suporte Básico de Vida e até folclore. Com o objectivo de mostrar a cultura de todos os países participantes cada grupo vai realizar, nas ruas de Portimão, um pequeno apontamento cultural alusivo ao seu país. No dia seguinte os jovens voltam para Lisboa. E no último dia de viagem visitam Arrouquelas onde vão poder contactar com a população e contar-lhes a experiência vivida nos últimos dias.»
Fonte: Ana Isabel Borrego, in [O Mirante]
terça-feira, 18 de setembro de 2007
«Nove países a bordo do "Creoula" - Cinquenta e dois jovens em intercâmbio fazem paragem em Portimão»
Fonte: [Região Sul]
«Projecto de intercâmbio leva jovens da UE a bordo do Creoula»
Promovido pela Associação de Jovens H2O de Arrouquelas, freguesia do concelho de Rio Maior, o projecto «European Citizenship... By the Sea we Learn» envolve 53 jovens com idades compreendidas entre 18 e os 26 anos que vão passar, em Portugal, seis dias no mar e quatro em terra.
Alexandre Jacinto, presidente da direcção da H2O, disse hoje à agência Lusa que o projecto, que conta com o patrocínio da Representação da Comissão Europeia em Portugal, representa um desafio para a associação, que desde há cinco anos se envolveu no programa «Juventude em Acção», promovendo numerosas actividades internacionais. «Colocámos como desafio fazer uma coisa diferente de todas aquelas em que temos participado, pelo que, aproveitando a presidência portuguesa da União Europeia, candidatámos este projecto», que contou com o apoio da Marinha de Guerra Portuguesa, disse.
Os jovens, provenientes de Espanha, Itália, Polónia, Roménia, Hungria, Bulgária, Letónia, Estónia e Portugal, vão ser recebidos quarta-feira pelo presidente da Assembleia da República, Jaime Gama, e pela Comissão Parlamentar de Assuntos Europeus, seguindo-se um passeio pela cidade de Lisboa, onde ficarão até sexta-feira. Nesse dia, os jovens vão juntar-se aos 40 tripulantes do Creoula, ficando a conhecer as tarefas que irão realizar nos seis dias a bordo - limpezas, cozinha, vigilância, operação de equipamentos electrónicos, leme, entre outras, incluindo algumas de carácter pedagógico.
Frisando a importância da consciencialização das populações para as questões europeias, Alexandre Jacinto referiu a importância da actividade que a H2O tem vindo a desenvolver na criação de dinâmicas numa pequena freguesia (900 habitantes).
Fonte: [Diário Digital]
quinta-feira, 13 de setembro de 2007
CREOULA : 70 ANOS DE TRADIÇÃO
Em Portugal, a história tem navegado de braço dado com os navios desde sempre. O nosso passado e cultura marítima só tiveram os contornos que conhecemos pela existência dessas criaturas, quantas vezes esquecidas, designadas por navios.Apesar de hoje parecermos mais um País a “ver navios” do que uma terra de marinheiros, os navios continuam a fazer parte integrante da realidade portuguesa contemporânea, com alguns particularmente famosos por aliarem a tradição passada a um presente que se quer aproado ao mar.
Lançado à água nos Estaleiros Navais do Porto de Lisboa há 70 anos, o lugre CREOULA é um desses navios famosos a justificar admiração e orgulho. Admiração pela beleza das suas linhas simples, a lembrar um cisne dos mares. Orgulho pelos serviços relevantes que, mercê de uma boa estrela, o navio vem prestando desde 1937 ao País.
O CREOULA, que este Verão navegou no Mediterrâneo com jovens portugueses em treino de mar, tem uma longa história.
Foi construído em Lisboa nos antigos estaleiros da Rocha do Conde de Óbidos, então arrendados pelo Porto de Lisboa à CUF – Companhia União Fabril, do industrial Alfredo da Silva. Destinou-se a uma empresa pioneira na pesca do bacalhau, a Parceria Geral de Pescarias, Lda., então propriedade do Armador Sr. Vasco Bensaude e de facto fez 37 campanhas anuais de pesca aos míticos bancos da Terra Nova e Gronelândia entre 1937 e 1973.
Não ficaria por aqui o contributo do CREOULA para a nossa história marítima contemporânea. A qualidade e originalidade da sua construção e o facto de ter sido sempre mantido em excelentes condições pela empresa armadora fizeram logo despertar o interesse de estrangeiros no sentido da sua transformação para cruzeiros turísticos, como aconteceu ao lugre ARGUS, mas o seu valor patrimonial foi reconhecido pelo Estado, que obrigou o armador à cedência do CREOULA por um valor simbólico. 
Nas mãos do Estado desde 1979, pensou-se de início em preservar o CREOULA como museu das pescas, adaptando-o para utilização estática. Felizmente o excelente estado do casco levou o então Secretário de Estado das Pescas, Eng. José Carlos Gonçalves Viana, um dos poucos Governantes das últimas décadas com conhecimentos e respeito pelos navios e sua importância, a alterar o projecto, promovendo a transformação do CREOULA para navio de treino de mar, isto é, navio-escola de vela destinado a embarcar jovens para períodos de familiarização com a vida a bordo e no alto-mar.
A ideia teve concretização feliz, e o CREOULA foi modernizado e alterado em Lisboa nos estaleiros Parry & Son, sob a direcção de um dos comandantes mais ilustres do tempo da Parceria, o Sr. Capitão António Marques da Silva. Mantendo a traça original, os espaços anteriormente utilizados para porão do sal e do peixe deram lugar a cobertas para alojamentos adequados ao embarque de 51 instruendos além de uma guarnição composta por 6 oficiais e 32 sargentos e praças.
A renovação do CREOULA ficou concluída em 1987 e foi decidido entregar o navio à Marinha de Guerra Portuguesa, que o recebeu oficialmente no dia 1 de Junho de 1987. Desde então o CREOULA tem navegado graças à dedicação da Marinha que tem sido inexcedível no carinho e interesse com que vem cumprindo desde há já 20 anos as missões associadas ao navio.
Classificado como Navio de Treino de Mar, o CREOULA participa anualmente nas principais regatas de grandes veleiros disputadas em águas europeias, do Báltico ao Mediterrâneo, muitas vezes ao lado desse outro ícone marítimo nacional que é a barca SAGRES. Além dessas regatas normalmente organizadas pela Sail Training Association, o CREOULA tem feito inúmeros cruzeiros na costa portuguesa, ilhas Atlânticas, Terra Nova, Cabo Verde, África do Norte, etc., facultando a descoberta do mar a milhares de jovens.
Alguns desses jovens desenvolveram graças ao CREOULA uma verdadeira paixão pelo mar, embarcando sucessivamente ano após ano no navio.
Em 70 anos de navegações, o CREOULA tornou-se num museu vivo único no mundo. A traça original de lugre bacalhoeiro permanece como repositório de histórias de um passado recente e quase esquecido. A bordo do CREOULA é possível sentir ainda a dureza das inclemências do mar que todos os anos centenas de pescadores tão corajosos como anónimos enfrentavam sós, nos seus dóris, a remos, na imensidão do Atlântico Norte.
O navio é também memória do ressurgimento da indústria naval ao tempo do Estado Novo. Foi construído em Lisboa, por operários portugueses, oficialmente em apenas 62 dias úteis de trabalho. O lançamento solene ao Tejo foi presidido pelo Chefe de Estado, Marechal Óscar Carmona, na tarde de 10 de Maio de 1937. Para o casco foi utilizado aço da melhor qualidade que havia sobrado da construção de contratorpedeiros.
A construção do CREOULA cifrou-se em 2500 contos, recebendo um subsídio do “Fundo de Desemprego” no valor de 446 contos, apoio repartido com o irmão gémeo SANTA MARIA MANUELA, construído ao lado do CREOULA e lançado ao mar na mesma ocasião.
Terminado o aprestamento e aparelhado em lugre de quatro mastros, o CREOULA saiu para o mar pela primeira vez a 30 de Junho de 1937 rumo aos bancos de pesca da Terra Nova. A bordo seguiam cerca de 50 pescadores, 25 dos quais açoreanos, como era tradição da Parceria Geral de Pescarias.
Exactamente 70 anos depois do bota-abaixo, o aniversário do CREOULA foi comemorado em Lisboa a bordo, numa festa quase de família, promovida pelo Comando do navio e pela Marinha.
O CREOULA estava atracado à Doca da Marinha. Embandeirado festivamente e impecável com o seu belo casco branco e mastros amarelos, parecia tão jovem e cheio de energia como quando desceu a carreira no estaleiro da Rocha 70 anos antes. De entre os convidados, todos os antigos Comandantes ainda vivos, um neto do Armador original e o último Gerente da velha Parceria Geral de Pescarias, entretanto desaparecida. Também antigos instruendos, com destaque para a veterana e grande amiga do CREOULA, Dra. Raquel Sabino Pereira, que detém o recorde de embarques no navio, com 14 viagens desde Maio de 1988, incluindo a participação na Cutty Sark Tall Ships race de 1988 manifestou de forma emocionada a sua ligação ao veleiro, dando um presente ao navio e abrindo um site dedicado à história do antigo bacalhoeiro (http://lmc-creoula.blogspot.com/).
Pouco depois o CREOULA largou para o Atlântico Norte e participou nas comemorações do Dia da Marinha na ilha de São Miguel, estando agora a navegar no Mediterrâneo.
Além do CREOULA foi construído na mesma altura em Lisboa um lugre gémeo, que o Armador Sr. Vasco Bensaude cedeu à família Orey durante a construção. Este navio devia ter-se chamado ARGUS, mas recebeu o nome SANTA MARIA MANUELA e pertenceu à Empresa de Pesca de Viana até ser vendido em 1964 à Empresa de Pesca Ribau, de Aveiro e transformado em navio motor em 1969. O casco foi entretanto recuperado e o SANTA MARIA MANUELA está o a ser reconstruído em Aveiro.
Em substituição do navio cedido à Empresa de Pesca de Viana, Vasco Bensaude mandou construir em 1939 na Holanda o lugre ARGUS, muito semelhante ao CREOULA, com uma série de melhoramentos ditados pela experiência das duas primeiras campanhas de pesca do CREOULA.
O ARGUS foi vendido em 1974 ao estrangeiro e navega nas Caraíbas como veleiro de cruzeiros com o nome POLYNESIA. A dispersão da antiga frota bacalhoeira portuguesa conta ainda com o lugre patacho GAZELA, que foi adquirido por interesses dos EUA e está preservado em Filadélfia.
Em Portugal, o CREOULA continua a navegar e a dar a conhecer o mar a novas gerações de marinheiros. A sua preservação activa é um dos mais positivos empreendimentos marítimos das últimas décadas ocorridos em Portugal, quase uma excepção num quadro pouco marítimo de desinvestimento persistente no que toca ao mar ocorrido na Europa e no nosso País. Mas com o CREOULA a navegar não há lugar para pessimismos desnecessários, mas sim alegria pelo legado dinâmico do navio e esperança num futuro mais próximo do mar, da marinha e dos navios.
Luís Miguel Correia, escrito a 20 de Agosto de 2007 e publicado na revista MAGAZINE GRANDE INFORMAÇÃO, nº 19, edição de Setembro/Outubro 2007, páginas 112 a 119
segunda-feira, 27 de agosto de 2007
O CREOULA NA IMPRENSA ASTURIANA
Seminario de la Universidad Itinerante del Mar (Edición Impresa -Avilés - 22-03-2007);
«Este es un viaje personal, al fondo de uno mismo» - Director del Centro de Cooperación y Desarrollo Territorial (Cecodet) y uno de los responsables del curso de la Universidad Itinerante del Mar, Fermín Rodríguez Gutiérrez recibió ayer a los estudiantes que atracaban en el puerto de Avilés, y dio la bienvenida a los que se sumaban a la aventura, no sin antes recordarles que «el verdadero desafío de esta experiencia es la convivencia» (Edición Impresa - 02-08-2006);
El velero 'Creoula' llegará el día 27 a Avilés con alumnos de Marina Civil (Edición Impresa -17-07-2006);
Con el viento de popa (Edición Impresa -Asturias - 11-06-2006);
Estudiantes asturianos y portugueses realizarán un curso de verano en alta mar (Edición Impresa - 19-05-2006);
Avilés será sede de un curso en el buque escuela portugués (Edición Impresa -Avilés - 19-05-2006);
Errol Flynn al acecho - Cuatro y media de la madrugada. El Creoula cruza con cautela el Estrecho de Gibraltar. No se ve ni la Luna y hace frío. En el puente de mando, cinco estudiantes se arremolinan sobre una mesa donde hay desplegada una carta de navegación tradicional, iluminada por una pequeña lámpara y por los reflejos verdosos de las pantallas del radar, el GPS y otros cachivaches tecnológicos que tapizan la cabina con números y vectores. A los cuatro les ha tocado guardia de 4 a 8, el «cuarto de modorra», como lo llaman los tutores de la Universidad Itinerante del Mar (UIM) (Sociedad y Cultura - 24-08-2007);
Un barco de cuatro palos y 67,4 metros de eslora - El 'Creoula' es un espectacular velero de cuatro palos y 67,4 metros de eslora que pertenece a la Armada portuguesa. Se trata de un antiguo bacaladero que conserva la protección en la proa para navegar entre hielo (Edición Impresa - 01-08-2006);
La Universidad Itinerante del Mar trae a Asturias al velero 'Creoula' - Asturias, en general, y el puerto de Avilés, en particular, será hoy escenario de un singular encuentro en el marco de la Universidad Itinerante del Mar, iniciativa en la que participan las universidades de Oviedo y Oporto (Edición Impresa - 01-08-2006);
El Puerto se da cuatro años para atraer líneas de crucero - La Autoridad Portuaria de Avilés se ha dado un plazo de cuatro años para atraer líneas de crucero que hagan escala en la ciudad. Así lo anunció ayer el presidente del Puerto, Manuel Ponga, durante el acto de recepción del buque escuela de la Armada de Portugal, el 'Creoula' (Edición Impresa -Avilés - 02-08-2006);
El buque escuela portugués 'Creoula' llega a Avilés en el marco de un curso universitario - El buque escuela de Armada de Portugal 'Creoula' arriba hoy al puerto de Avilés en el marco del curso de verano organizado por la Universidad Itinerante del Mar, una iniciativa puesta en marcha este año por la universidades de Oviedo y Oporto (Edición Impresa -Avilés - 01-08-2006);
El buque escuela portugués 'Creoula' llega a mañana a Avilés - El buque escuela de la Armada portuguesa 'Creoula' arribará mañana a Avilés dentro del curso de verano que cerca de cuarenta estudiantes de las universidades de Oviedo y Oporto siguen en el marco de la iniciativa conjunta Universidad Itinerante del Mar (Edición Impresa -Avilés - 31-07-2006);
Las universidades de Oviedo y Oporto abren el curso que traerá al buque escuela 'Creoula' - Las Universidades de Oviedo y Oporto abrieron ayer oficialmente el curso de la Universidad Itinerante de la Mar que traerá a Avilés al buque escuela de la Armada portuguesa 'Creoula' (Edición Impresa -Avilés - 27-07-2006);
Lecciones entre salitre - María Luisa Sánchez espera impaciente mientras, a su alrededor, juegan los sobrinos. Son ya más de diez días los que ha pasado sin ver a su hija, Begoña Maldonado, que un buen día, aconsejada por su familia, decidió tomar parte en el curso que la Universidad Itinerante del Mar ofrece en el buque escuela 'Creoula'. Dicho y hecho. Cogió sus bártulos y a Lisboa se fue a recibir clases teóricas sobre Derecho Marítimo, Medio ambiente, Cartografía, Navegación... Lo mejor vendría después: nueve días haciendo vida y obra -mucho tuvieron que fregar en el navío- en un velero que partía de Lisboa y ayer, por fin, llegaba a Avilés ( Edición Impresa - 02-08-2006);
Trevín utiliza el 'Creoula' como ejemplo del potencial económico del Noroeste ibérico - El delegado del Gobierno en Asturias, Antonio Trevín, quiso observar ayer en la llegada a Avilés del velero portugués 'Creoula' (Criolla, en castellano) un ejemplo del potencial de desarrollo económico de la «'eurorregión' del Noroeste ibérico» (Edición Impresa -Avilés - 02-08-2006);
Lecciones de mar - María Luisa Sánchez espera impaciente mientras, a su alrededor, juegan los sobrinos. Son ya más de diez días los que ha pasado sin ver a su hija, Begoña Maldonado, que un buen día, aconsejada por su familia, decidió tomar parte en el curso que la Universidad Itinerante del Mar ofrece en el buque escuela 'Creoula'. Dicho y hecho. Cogió sus bártulos y a Lisboa se fue a recibir clases teóricas sobre Derecho Marítimo, Medio ambiente, Cartografía, Navegación... Lo mejor vendría después: nueve días haciendo vida y obra -mucho tuvieron que fregar en el navío- en un velero que partía de Lisboa y ayer, por fin, llegaba a Avilés (Edición Impresa - 02-08-2006)
FONTE: [EL COMERCIO DIGITAL]
terça-feira, 21 de agosto de 2007
Cancelada recepção de hoje dos reis de Espanha a estudantes-marinheiros
D. Juan Carlos e a Rainha Sofia estão no Algarve para assistir à regata Breitling MedCup'07.
A fonte da Universidade do Porto revelou, entretanto, que o comandante do "Creoula" vai organizar quarta-feira uma recepção para velejadores da regata Breitling MedCup'07.
Quartenta e três estudantes universitários ibéricos estão a participar, há cerca de duas semanas, numa acção de formação a bordo navio-escola "Creoula", um veleiro da Armada Portuguesa.
Falando segunda-feira à agência Lusa a partir do próprio "Creoula", o docente Sermin Rodrigues, da Universidade de Oviedo, realçou "a valia da ideia de cooperação e fraternidade entre jovens ibéricos" subjacente à iniciativa.
"Aqui não se fala português nem espanhol. Apenas portunhol", afirmou o docente, querendo significar com isto que não há quaisquer barreiras ao "salutar" convívio dos universitários dos dois países. "Não conheço outra experiência similar na Europa para dar uma formação completar a estudantes universitários", assegurou ainda Sermin Rodrigues, sublinhando as "virtudes" do programa como "escola de humanidade", num barco onde é "imprescindível" o espírito de entreajuda.
Os 43 estudantes a bordo do "Creoula", no âmbito da designada "Universidade Itinerante do Mar", são oriundos das universidades portuguesas do Porto e Algarve e espanhola de Oviedo, e terminam sábado a sua missão em Lisboa. Constituem um segundo grupo de universitários a quem foi proporcionada esta aventura à descoberta dos mares, particularmente do Mar Mediterrânico, com passagem pelo porto de Tânger, em Marrocos.
O primeiro grupo, de 40 alunos das mesmas universidades, fez a rota a bordo do "Creoula", entre 17 de Julho e 02 de Agosto. Os universitários começaram por receber uma formação em terra relacionada com o tema "O Mediterrâneo um espaço de encontro entre culturas" e, já no "Creoula", participaram em tarefas quotidianas necessárias à vida a bordo como vigia, navegação, limpeza ou cozinha. "A formação visa a transmissão de informação e de conhecimento sobre diferentes temas relacionados com o mar e a sua importância para o desenvolvimento sustentável da União Europeia", afirma a organização da iniciativa, num comunicado.
Acrescenta que a "abordagem à componente navegação favorece ainda o desenvolvimento de um conjunto de valores e de capacidades - de solidariedade, de trabalho em equipa, de resolução de problemas, de disciplina - que contribuem para preparar os alunos para viver, trabalhar e explorar num mundo cada vez mais com mais competição".
O "Creoula", palco desta afirmação é um veleiro de quatro mastros, navio de instrução da Marinha Portuguesa, construído em 1937 nos estaleiros da CUF. Em 1979 foi adquirido à Parceria-Geral de Pescarias pela Secretaria de Estado das Pescas para se tornar num museu de pesca. Durante os reparos, verificou-se que o casco se apresentava em óptimas condições, pelo que se deliberou que continuaria a navegar, desta feita transformado em Navio de Treino de Mar.»
Fonte: Agência LUSA, 2007-08-21, 14h59
«Reis de Espanha recebem amanhã estudantes-marinheiros em Portimão»
Os reis de Espanha vão receber amanhã, terça-feira, em Portimão, 43 estudantes universitários ibéricos que há quase duas semanas participam numa acção de formação a bordo navio-escola "Creoula", um veleiro da Armada Portuguesa, disse hoje fonte ligada à iniciativa.
Segundo Joana Coutinho, da Universidade do Porto, D. Juan Carlos e a Rainha Sofia - que estão no Algarve para assistir à regata Breitling MedCup'07 - recebem a comitiva às 19h00, em local ainda a determinar.
quarta-feira, 8 de agosto de 2007
"Creoula" distinguido em regata internacional como navio que mais contribuiu para intercâmbio de culturas
O prémio, atribuído pela cidade de Antuérpia, patrocinadora da Sailing Training International (STI), que organiza o evento, é "um dos mais cobiçados", diz a Marinha, em comunicado divulgado hoje.
Fonte: [Agência LUSA]
Em 2007-08-08, 17h07 (mas o Creoula nesta data já estava no Porto de Barcelona...)
segunda-feira, 6 de agosto de 2007
COMUNICADO OFICIAL
Creoula distinguido com prémio internacional «No porto de Génova terminou a regata “Tall Ships Race Med 2007” organizada pela Sailing Training International (STI). Após a parada das tripulações foram distribuídos pela STI os diversos prémios com que esta organização costuma distinguir os navios.
O outro prémio atribuído ao CREOULA, e porventura um dos mais cobiçados, foi oferecido pelo patrocinador da STI, a cidade de Antuérpia e distingue o navio que pela sua postura, envolvimento e apresentação, durante todo o evento, mais contribuiu para a troca de culturas entre os navios, sã camaradagem, e que mais representa o espírito que a STI preconiza.
O CREOULA dirige-se agora para o porto de Barcelona, com boas previsões meteorológicas em relação à travessia do Golfo de Leão. Em Barcelona trocará de alunos, embarcando a Universidade Itinerante do Mar, sendo esta uma cooperação entra a Universidade de Oviedo e a Universidade do Porto.»
sexta-feira, 3 de agosto de 2007
«Universidade do Mar solta amarras - Oitenta e três universitários embarcam hoje no Creoula»
quarta-feira, 1 de agosto de 2007
«Mais de 80 alunos portugueses e espanhóis aprendem segredos do Mediterrâneo»
O primeiro grupo faz-se ao mar no próximo sábado, em Barcelona, mas a segunda edição da Universidade Itinerante do Mar começa quinta-feira, às 9h00, ainda em terra. Na Escola Naval do Alfeite, em Almada, os alunos vão ter contacto com temas como a “importância estratégica do Mediterrâneo”, a “história e cultura” deste mar e aprender regras básicas de navegação, explica ao JPN Rui Azevedo, professor da Universidade do Porto, que promove o curso em parceria com as universidades de Oviedo, de Espanha, e do Algarve.
Durante a viagem, os alunos aprenderão a desempenhar tarefas essenciais da vida a bordo, como a vigia, o comando do leme e a limpeza do navio. Serão uma "sombra da guarnição", diz o director português do curso. A bordo, haverá ainda momentos de trabalho, que serão apresentados em Outubro, e de redacção de um diário de bordo por aluno.
Depois do sucesso da [edição do ano passado], os organizadores decidiram alargar a participação à Universidade do Algarve, de onde vêm 10 alunos, e ao ensino secundário, que contribui com outros tantos, com o apoio da iniciativa Ciência Viva.
A decorrer entre quinta-feira e 14 de Agosto, o primeiro curso arranca na Escola Naval do Alfeite, parte de Barcelona no sábado para voltar via Palma de Maiorca, com passagens por Ajaccio (Córsega) e Mahón (ilha de Menorca). Já o segundo grupo reúne-se, a 12 de Agosto, na cidade de Avilés, nas Astúrias, iniciando, a partir de Palma de Maiorca, uma viagem com regresso a Lisboa marcado para o dia 26 e com escalas em Tânger e Portimão.
Alunos ansiosossexta-feira, 6 de julho de 2007
70.º Aniversário de CREOULA
A cerimónia, presidida pelo Comandante da Flotilha, CALM Tavares de Almeida, teve início com a guarnição formada no cais onde, perante todos os convidados, foram proferidos discursos pelo Comandante do navio, CFR Silva Ramos, pelo Prof. Pinto Abreu, representante da instituição que iria embarcar em mais uma missão do navio e pelo Prof. Miguel Sequeira, Presidente da Estrutura de Missão para os Assuntos do Mar.
Seguidamente, foi descerrada a bordo uma placa comemorativa do evento, tendo o CALM Tavares de Almeida efectuado um discurso alusivo, a que se seguiu um almoço. No final do almoço foram entregues medalhas comemorativas aos antigos Comandantes do Navio, homenageando no nome deles todas as guarnições que cumpriram serviço no Creoula, quer durante as campanhas do bacalhau, quer durante a sua actual missão de Navio de Treino de Mar. A cerimónia terminou com o Bolo de Aniversário, cantando-se os merecidos “Parabéns” ao Navio.
Após 70 anos, o “Creoula”, o último bacalhoeiro português e único Navio de Treino de Mar Nacional, continua a representar a ligação viva de um passado da maior importância histórica a um presente de serviço à cultura e à formação da juventude portuguesa, na perpetuação de uma tradição marítima sem igual no mundo. (Colaboração do NTM “Creoula”)»
in [Revista da Armada], edição de Julho de 2007
domingo, 24 de junho de 2007
Bacalhau n' «O sentido do gosto»
In [Jornal de Notícias]
sexta-feira, 15 de junho de 2007
Universidade Itinerante do Mar
Esta será a segunda edição do projecto, que visa "formar e sensibilizar estudantes universitários para a relação histórica, cultural, económica e científica entre a Europa e o Mar".
quinta-feira, 14 de junho de 2007
«Creoula» vai este ano albergar dez alunos do secundário
Universidade Itinerante alarga tripulação à conquista dos mares da EuropaA grande novidade desta edição passa pela participação inédita de alunos do ensino secundário. Terminadas que estão as candidaturas para oficiais superiores – entenda-se, universitários -, são dez os estudantes do 11º e 12º anos que, até 22 de Junho, se podem candidatar a fazer parte da tripulação de 74 “marinheiros” das universidades do Porto, de Oviedo e - pela primeira vez - do Algarve que vão subir a bordo do navio-escola “Creoula”. Assim se apresenta o veleiro da Armada Portuguesa reconvertido para possibilitar a vivência de jovens no mar e que, após cruzar os mares da Terra Nova durante 40 anos, volta a ser o centro da “missão UIM”.
In «Ciência Hoje», 2007-06-14
REVISTA DA ARMADA - Junho de 2007
CELEBRAR O MARsegunda-feira, 21 de maio de 2007
«Navio de Treino de Mar da Marinha Portuguesa leva a bordo cerca de 90 pessoas»
sábado, 19 de maio de 2007
CREOULA atraca em Ponta Delgada após 6 dias navegação e enjoos
A bordo, os instruendos (aprendizes) participam tal como a tripulação no desempenho das tarefas diárias do navio, não fosse um dos objectivos do "Creoula", utilizado como Navio de Treino de Mar (NTM), aproximar a sociedade civil da vida marítima.
A expedição até aos Açores durará ao todo vinte dias e o navio, que está na sua lotação máxima, oferece todas as condições de segurança, segundo garantiu à Lusa o "braço direito" do comandante, Rodrigo Castro.
Para animar as hostes, a organização preparou palestras científicas e passatempos, desde concursos de cultura geral a aulas de ginástica ou de nós e até "workshops" de mergulho. "A nossa principal preocupação tem sido manter a moral das tropas em cima durante a viagem até aos Açores, porque no regresso haverá novidades todos os dias e muito trabalho para fazer", refere Frederico Almada, professor da Lusófona e coordenador da expedição.
Ana Margarida Carvalho, "repetente" nas viagens científicas do "Creoula", aplaude a iniciativa, que diz juntar o "útil ao agradável", pois ao mesmo tempo que está a aprender tem oportunidade de se divertir e conviver com colegas de outros cursos. A aluna do 3º ano do curso de Biologia da Universidade Lusófona vai ter uma frequência prática a bordo do "Creoula" e está entusiasmada com o facto de poder aprender "in loco" matérias habitualmente dadas nas salas de aula.
Durante a viagem de regresso a Lisboa, cuja chegada está prevista para o dia 02 de Junho, os alunos e investigadores envolvidos na missão terão com que se entreter: identificar e analisar o material recolhido durante os mergulhos.
LusoExpedição 2007 - Rota do "Creoula" é terreno fértil para investigadores
Em cada mergulho, os investigadores trazem à superfície diferentes espécies de peixes, algas, esponjas e lesmas marinhas, este último grupo analisado depois criteriosamente à lupa no laboratório de campanha montado na biblioteca do navio.
A "LusoExpedição Olympus 2007", organizada pela Universidade Lusófona, reúne cientistas e alunos daquela instituição e das Universidades dos Açores, Algarve e Porto, que vão mergulhar nas águas do Atlântico Norte em busca de material que demorará meses até ser analisado por completo.
Joana Boavida, investigadora da Universidade do Algarve, além de participar nos mergulhos como bióloga, está também a trabalhar a bordo do navio como observadora de aves marinhas para a Sociedade Portuguesa de Estudo das Aves (SPEA).
"A ideia não é retirar todos os componentes que existem em cada espécie, mas conseguir obter pistas para fazer novos fármacos", afirma a investigadora, frisando que isso poderá acontecer apenas no prazo de vinte anos.
sexta-feira, 18 de maio de 2007
LusoExpedição 2007 - Mergulhadores começam hoje a recolher material no oceano
Os mergulhos de hoje vão centrar-se na zona em redor do ilhéu de Vila Franca do Campo, frente à ilha de São Miguel, e apenas são possíveis pela chegada do "Creoula" aos Açores dois dias antes do previsto, pois o início dos trabalhos estava programado para segunda-feira.
MAD. 2007-05-18, 17h30
LusoExpedição 2007 - Creoula abastecido com toneladas de mantimentos para viagem
Desde domingo que cerca de 90 pessoas - 40 tripulantes e 50 instruendos (aprendizes), entre alunos, investigadores e jornalistas -, navegam a bordo do Navio de Treino de Mar (NTM) da Marinha Portuguesa, rumo à ilha de São Miguel, nos Açores. A expedição, organizada pela Universidade Lusófona, em Lisboa, reúne investigadores e alunos daquela instituição e das Universidades dos Açores, Algarve e Porto, que vão fazer mergulhos nos ilhéus das Formigas e banco de Dollabarat. O objectivo é recolher organismos marinhos com interesse ao nível da Indústria e Biomedicina, entre outros, que serão analisados num laboratório de campanha montado na biblioteca do navio, trabalho que se prolongará depois durante meses.
A aproximação a terra e o regresso da rede de telemóvel, hoje de manhã, provocou o alvoroço a bordo, mas apenas alguns membros da tripulação estão autorizados a pisar terra, já que o navio, fundeado frente a Vila Franca do Campo, só atracará sábado no porto de Ponta Delgada.
A próxima grande viagem do "Creoula" programada para este ano vai levar jovens de várias instituições e das Universidades do Porto e Oviedo, em Espanha, à volta do Mediterrâneo, durante dois meses.
Fonte: Agência LUSA
Creoula navega sem dinheiro da Defesa
Creoula navega sem dinheiro da Defesa
por Alexandra Carita
«Todos os anos, por alturas de Fevereiro, o Ministério da Defesa entrega à Marinha a verbas necessárias para manter o Creoula a navegar. Este ano, o dinheiro tarda em chegar.
O Creoula autofinancia-se em 50 por cento, através da diária de 44 euros que cobra a todos os seus passageiros. As verbas aprovadas pelo Ministério da Defesa para o Plano Anual de Utilização do Creoula, o único navio português de treino de mar, ainda não lhe foram entregues. O navio navega neste momento à custa das receitas que gera e com dinheiros provenientes da Marinha para cobrir as suas despesas. Esta situação, diz ao Expresso o secretário de Estado da Defesa, João Mira Gomes, "é do foro interno do ministério", definindo o assunto como "matéria classificada".
O orçamento para 2007 aprovado para o navio é de 200 mil euros, um valor que proporciona anualmente, a mais de 700 civis, de todos os escalões etários, uma viagem com direito a aprendizagem de conhecimentos de navegação. Permite ainda a realização de expedições científicas e a participação de Portugal em regatas internacionais de grande prestígio.
Segundo fonte oficial do Creoula, este é o primeiro ano em que o Ministério da Defesa, liderado por Severiano Teixeira, deixa de cumprir a obrigação estipulada pelo Decreto-Lei n.º 138/87, de 20 de Março: "Os encargos de manutenção e operação dos navios de treino de mar são suportados por verbas especialmente inscritas no orçamento do Ministério da Defesa Nacional". Adianta a mesma fonte que a disponibilização do dinheiro ocorre por norma em Fevereiro, dois meses antes do navio sair para o mar.
Confrontado com essa informação, o secretário de Estado adianta que, apesar de "não poder precisar quando é que a verba será entregue", o programa do Creoula "é de significativa importância para o país".
Mesmo tendo o Chefe-de-Estado Maior da Armada "decidido financiar, ele próprio, fabricos mínimos no navio", como afirma fonte oficial do Creoula, a falta de verba já impediu o navio de ver instalado um sistema de ar condicionado, extremamente necessário em cobertas de dimensões muito reduzidas e sempre com lotação esgotada, bem como a realização de obras nas casas-de-banho, nada funcionais e muito menos com equipamento adequado à quantidade e natureza dos civis que embarca. A cozinha também apresenta deficiências devido à condensação de vapor.
Nunca tendo dado prejuízo ao Estado, o Creoula autofinancia-se em 50 por cento, através da diária de 44 euros que cobra a todos os seus passageiros. O navio obedece ao sistema de contabilidade pública, entregando obrigatoriamente aos cofres estatais todo o dinheiro que lhe possa sobrar anualmente, não o podendo utilizar em projectos para o ano seguinte. Também contactado pelo Expresso, o Chefe-de-Estado Maior da Armada, Melo Gomes, delegou no seu porta-voz o comentário sobre a matéria: "Não sabemos quando é que a transferência de verbas será feita. Há-de fazer-se o acerto adequado consoante as contas entre o Ministério da Defesa e a Marinha e a disponibilidade da nossa conta-corrente", referiu Fernando Brás de Oliveira. O porta voz do Chefe-de-Estado Maior da Armada conclui, frisando que "a Marinha está a honrar a sua parte que é pôr o navio a navegar e a cumprir as suas missões".
Uma delas, e por se tratar de uma embarcação tão emblemática, é estar presente, domingo, nas comemorações do Dia da Marinha, em Ponta Delgada, mesmo que para isso tenha tido que alterar as datas de uma expedição científica.»
quarta-feira, 9 de maio de 2007
EXPERIÊNCIA NÁUTICA - Aventura náutica a bordo do Creoula
Uma verdadeira experiência real da vida no mar. Os participantes fazem parte da guarnição do navio, que é intencionalmente insuficiente, para permitir a participação de todos nas actividades da vida a bordo. As inscrições já estão abertas para aquela que é uma das mais admiradas provas náuticas.


